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Fitoterapia

Fitoterapia

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Na história da humanidade, desde os primórdios do homem e seguindo através dos séculos, o acúmulo de experiências com a utilização de plantas com atividades medicinais, suas doses e formas de utilização visando à cura de doenças nos homens e nos animais, levaram a um conjunto de conhecimentos chamados de FITOTERAPIA.

 Esta forma de tratamento que compreende e utiliza substâncias quimicamente ativas na forma de plantas retiradas da natureza ou de forma cultivada, transformou-se numa prática alternativa e complementar muito utilizada em todo o mundo e especialmente no Brasil devido a sua enorme biodiversidade. Atualmente são conhecidas 119 substâncias que são extraídas de cerca de 90 espécies vegetais, entretanto existem aproximadamente 250.000 espécies vegetais e a possibilidade da existência de 750 mil extratos de plantas com potencial terapêutico. O Brasil detêm em torno de 45000 espécies, equivalendo a 18% do total mundial, das quais 17000 são consideradas endêmicas, ou seja, ocorrem somente no Brasil.

Segundo a OMS, 80% da população mundial utiliza ou já utilizou a fitoterapia, sendo 30% desse total por indicação médica. Fatores como dificuldade de acesso às práticas médicas oficiais, altos custos dos medicamentos convencionais, efeitos adversos medicamentosos, o envelhecimento da população, o aumento da consciência e interesse pelos produtos naturais, assim como o aumento da aceitação dos médicos e médicos veterinários a esta terapêutica, maior divulgação na mídia, facilidade em encontrar estes produtos e Programas de Fitoterapia no Serviço Público de Saúde no Brasil, tem estimulado a busca por esta terapêutica natural.

Os fitoterápicos são medicamentos obtidos e elaborados empregando-se exclusivamente matérias primas vegetais ativas com finalidade curativa e/ou profilática. O medicamento fitoterápico tem os seus princípios ativos manifestos de acordo com o preparo da planta, a forma de consumo e a dosagem, além do local e tipo de cultivo, da época do ano e outros muitos fatores. O organismo define através de reações químicas, físicas, psíquicas e sociais qual o efeito final do produto. A associação entre o organismo e o princípio ativo das plantas pode resultar em ações terapêuticas e/ou tóxicas, por isso a importância do acompanhamento de um médico veterinário especialista na área ou no mínimo um estudioso consciente. Geralmente, estas substâncias não se encontram na planta em estado puro, mas sob a forma de complexos, cujos diferentes componentes se completam e reforçam na sua ação sobre o organismo. No entanto, mesmo quando a planta medicinal só contém uma substância ativa, esta tem sobre o organismo humano um efeito mais benéfico que o produzido pela mesma substância obtida por síntese química.

 

Sabe quando o seu cão come aquela gramínea fininha e comprida do quintal? Está buscando a erva específica ao transtorno que o aflige, normalmente digestivo. Instinto sábio!!

 

Nessa sessão vamos falar sobre a fitoterapia, seus benefícios e suas aplicações mais conhecidas.

Boa leitura!

Namastê.

 

Fonte: www.apostilas.netsaber.com.br/apostilas/309.doc

 

 

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